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Onde as ervilhas entram na receita das Mídias Sociais?

Onde as ervilhas entram na receita das Mídias Sociais?

Ficou curioso(a)? Segue a thread (rsrsrs):

Vilfredo Pareto percebeu, na virada do século XIX para o século XX, que aproximadamente 80% da terra na Itália pertencia a 20% da população. O economista italiano teria chegado a essa conclusão ao observar que, em seu jardim, 20% das vagens continham 80% das ervilhas. Tudo isso levou o consultor de negócios Joseph Moses Juran a criar, décadas mais tarde, o Princípio de Pareto, que prevê a proporção 80/20 em diferentes relações de causa e efeito.

Pausa epistemológica. Pulamos para 2020:

Estou em pleno curso Social Media Exponencial. São tempos pandêmicos e os números de distribuição de renda, bens e lucros no Brasil são bem mais escandalosos do que o “bróder” Vilfredo poderia imaginar do seu quintal. Mas isso é outra história.

Foco no curso, na fala do Kiso, na tela do vídeo, no vídeo da aula. Uma, duas, quantas vezes for necessário para o conceito entrar, para o número bater. Não está sendo fácil, diria Kátia.

O lado psicológico do jogo faz todo sentido para este jornalista-barra-ator-barra-mídiasocial. Já a matemática...

“Quem diria que encontraria tantos números pela frente”, murmurou o (não tão) jovem profissional de Humanas...

 

 

Passo a conhecer percentuais do Voice Deck, a calcular distribuição de editorias e quantidade de posts; diminuo conteúdo de Infotenimento e multiplico os de Inspiração antes de somar Convencimento e Educação no planejamento mensal; quantifico horas para protocolos de criticidade e aprendo que, segundo a Lei de Pareto, devemos publicar 80% do que sabemos e apenas 20% do que vendemos...

Opa! Aos poucos a matemática começa a fazer sentido. De certa forma, a Lei de Pareto traz números que dão liga e sabor para a receita de um bolo que venho, diga-se de passagem, tentando cozinhar sozinho há algum tempo.

Então percebo: O que o curso Social Media Exponencial não ensina de forma direta, mas que na verdade é um conceito implícito em todas as aulas, é o quanto o profissional de Mídias Sociais pode contribuir para que pequenos e médios negócios espalhados por esse mundão digital voltem a fazer sentido não só para o seu público online (que não para de se transformar), mas para eles mesmos!

Pensando em dar corpo a ideias que já faziam parte dia-a-dia dos meus clientes, embora às vezes nem eles mesmos conseguissem enxergá-las, voltei a instigar uma mudança de pensamento que funcionou como “adubo fértil” (só para não fugir das referências agronômicas) para todos nós, cliente e eugência. Voltei, enfim, a causar impacto real usando o que aprendi para revisar métodos e estratégias em busca de novos resultados. Não me sinto mais tão só...

 

 

Onde as ervilhas entram na receita das Mídias Sociais?

Ok. Em parte foi para chamar atenção no título do texto. Mas a verdade é que minhas ervilhas (orgânicas e saborosas) brotaram logo no final do primeiro mês de testes com um dos clientes. E vieram, quem diria, em forma de números:

  • 220% a mais em engajamento
  • 900% a mais de pessoas alcançadas
  • 400% a mais de curtidas nas páginas

“Likes não pagam conta”, gritou a voz de Kiso que trago dentro de minha cabeça desde que comecei as aulas do Social Media Exponencial. “Mas alguma coisa eu devo estar fazendo certo depois desse curso”, murmurou novamente o (agora mais confiante) profissional de Humanas...   

Brincadeiras à parte, essa fase de testes orgânicos mexeu também com a confiança do cliente, que mostra-se agora confiante para investir em anúncios.

Aplicando o que aprendi, mudei uma chave na maneira de pensar o planejamento e, enfim, abri um caminho seguro na construção de autoridade do cliente. 


 

MLabs
Beto Mettig
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Trabalhou em TV, rádio e jornal impresso, e atua com assessor de comunicação nas áreas de cultura, educação e comportamento. Paralelamente, desenvolveu sua carreira de ator junto a importantes grupos e diretores das artes cênicas nacionais.

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