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Ao vivo ou gravado: quando faz sentido fazer uma live?

Ao vivo ou gravado: quando faz sentido fazer uma live?

A pandemia chegou em 2020 e com ela veio a necessidade de manter algum tipo de contato mesmo sem estar próximo das pessoas. A solução veio de onde? Dos smartphones e dispositivos que hoje vivem em nossas mãos.

De repente, o ano que passou se tornou "a era das lives" e o que mais encontramos no topo das redes sociais foram opções de conteúdos para assistir - podendo ser desde músicas ao vivo até conversas técnicas sobre temas relevantes à sua área de interesse ou atuação.

Mas a pergunta que sempre fica para quem trabalha por trás das câmeras para realizar as transmissões ao vivo ou para quem irá aparecer na tela é: será que isso deveria ser uma live ou um vídeo gravado?

Pode parecer óbvio, mas uma live deve ser levada em consideração quando o seu objetivo for gerar interação em tempo real com o público que irá assistir. Afinal, não tem sentido fingir que está ao vivo e "ignorar" todas as interações que forem aparecer ali, não é mesmo?

Portanto, se o seu objetivo não é interagir com o público, descarte qualquer tipo de live do seu planejamento.

Agora, se o ponto é interagir e dialogar com o seu público, aposte em uma live. Mas não vá pensando que por ser ao vivo tudo deve ser feito no improviso!

É preciso que quem for apresentar se prepare tanto quanto em uma produção de vídeo com roteiro. Faça anotações e tenha os tópicos que devem ser abordados ao longo da transmissão, mas sem deixá-la engessada! Faça perguntas e peça opiniões ao longo da live, leia os comentários em voz alta, converse com quem interagir pelos comentários e agradeça sempre a atenção do seu público.

Aposte na naturalidade, como se estivesse conversando com um colega ou amigo para que quem for assistir à transmissão se sinta envolvido com o seu conteúdo.

Se cumprir esses pequenos passos, aposto que a sua live terá uma boa performance! 

 

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